Tão impossível a noite que não vinha contigo

nem chegava por ti. 

Tão impossível, e tão lentos os seus dedos de faca arranhando as minhas costas,

destroçando as minhas costas,

que não soube mais noite para além da luz dos teus dedos.





Ángel Mendoza
Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!