Minha alma tem pés descalços
e olhos brilhantes infantis.

Ela veste trapos imprestáveis,
tem uma corda cingida à cintura
e vive em busca de borboletas,
versos e passarinhos.

Alma, peço-te, agora:
Leva-me junto de ti!

Carrega-me em teus braços.
És infinitamente maior do que sou.

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Nara Rúbia Ribeiro
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