Não sei onde estás, se falas ou se apenas olhas o horizonte, que pode ser apenas o de uma parede de quarto. 

Mas sei que uma sombra se demora contigo, quando me pergunto onde estás: uma inquietação que atravessa o espaço entre mim e ti, e te rouba as certezas de hoje, como a mim me dá este poema.




Nuno Júdice
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!