Hoje, sem qualquer pedido de explicação ao universo, guardo com ternura uma oração, que me abraça enquanto vos escrevo estas palavras: ‘somos aquilo que nos acontece’.

No mesmo tipo de amor e dignidade de quem a partilhou comigo de mãos vazias devolvo-as devagar ao mar, na lembrança de um diamante em bruto. 

E hoje, ao escrever estas linhas, transmuto as palavras, como uma miúda guardaria um tesouro dentro de um búzio de verão: ‘somos o que vivemos’.




Sancha Trindade
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