"Talvez eu me mineralizasse e virasse um rio temporário, daqueles que somem num leito crestado, na seca, e depois incham e escorrem felizes como se tudo não passasse disso, escorrer felizes, sem qualquer ameaça. 

Como se a própria vida do rio não fosse sazonal e quebradiça".




Adriana Lisboa
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!