domingo, 24 de abril de 2016


Escrevo demorando-me nas palavras, como por montras onde não vejo, e são meios-sentidos, quase-expressões o que me fica, como cores de estofos que não vi o que são, harmonias exibidas compostas de não sei que objetos. 

Escrevo embalando-me, como uma mãe louca a um filho morto. 


al berto 
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