"Nada a esperar.
 Nada a buscar.
 Nenhum lugar onde ir. 
Eu me sinto sentada sob a sombra de uma árvore generosa, numa tarde azul sem pressa, os pássaros bordando o céu com o seu balé harmonioso. 
O meu coração é pleno, nenhuma fome.
 
Plenitude não é extensão nem permanência: é quando a vida cabe no instante presente, sem aperto, e a gente desfruta o conforto de não sentir falta de nada."


Ana Jácomo
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!