Talvez seja apenas uma confidência. 
Sabemos que cada vez mais é de nós que essas palavras
se afastam e assim se compreende melhor o sentido
que têm. 
Depois havemos de esquecê-las, para que se tornem
iguais a um segredo e se possa finalmente dizer
como tudo já cabe noutras mãos tranquilas e abertas.



Fernando Guimarães


**assim como as flores: hã de murchar, secar e virar pó...
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!