talvez num dia
em que de mim já nada exista
te lembres de dois braços
que te abraçavam impulsivamente
nessa altura
deixa que os lábios te sangrem
deixa que o sangue te corra pelo peito

e as mãos
essas
abandona-as...



Mário-Henrique Leiria
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!