quarta-feira, 15 de julho de 2015


Deixo-te ir, dizendo palavras inabitadas, tenebrosas.
 Sou caruma, vento violento, borboleta esvaziada pela malignidade. 
Procuro, em minha perplexidade de asa, um outro coração. 
Na avidez do golpe, caminho com água pela cintura. 
DesapareçO.





Ana Marques Gastão
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