Vi-te esta noite. 

Branca, nua, alcançável. 

E mesmo que de ti não chegasse qualquer espécie de perfume, ali permaneci tanto tempo com o nariz empinado, construindo a certeza de que nenhum de nós é agora particularmente feliz.




Joaquim Pessoa,
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!