Perguntei a ele como se sentia. 

Que me dissesse. 

Que eu tomaria o silêncio como um não e que também ficaria em silêncio. 

(...) 

Anyway, me dói a possibilidade de um não, me dói a possibilidade de um silêncio, me dói não saber de que forma chegar a ele, sacudi-lo dizer me olha, me encara, vamos ou não vamos nessa?


Caio F. em carta para Juliana Cantore


**Fui sozinha...
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!