Não o impressionam os lábios, nem a língua, nem os dentes que mal se vêem, mas a lacuna, o vão, o abismo dentro daquela boca, que completa a superfície do rosto pela sua negação, como uma pausa no meio da música.


 Chico Buarque
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!