Eu posso ser terra, água, vento, fogo, qualquer elemento. 

Ser doce, salgada, ácida, mas de natureza meio amarga. 

Ser sol, chuva, neblina, e ter sempre um tornado guardado caso precise.

 Ser quente, fria, morna, vai muito do quanto quem me toma merece, ou aguenta. 

De costume ser ardida, afinal, isso seleciona os paladares. 

Mas de fim, ser o que sei que não sou ao ponto de me perder procurando, entre tantos eus que espalhei por ai, onde foi que eu largei quem eu sou de verdade…



Do filme: Dear John
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!