Não sinto culpa por não saber o nome das flores.
Foram dúvidas o que sempre tive, e as dores não admitem nomes.
Uma vez não acreditamos já tudo ter sido dito.
Espera-se numa palavra a devolução do amor.




Paulo José Miranda
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!