Fala-me de lucidez. – conta-me como é que a linha do horizonte se traçou no teu peito – em que lado da memória escondeste o mar. 

E porque sorris assim no interior do meu desassossego? 
Fala-me de lucidez. 
Fala-me, para eu adormecer.


Al Berto
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!