chegas de novo a casa 
e guardas do tempo a fuga
marcas outra vez dias
para abrir feridas

como se viesse dos pássaros a acusação 
de não saberes medir esquecimentos

respiras até à dor para não sentir mais nada



Maria Sousa
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!