O frio daquela campa, daquele corpo e daquele amor definitivamente sepultado no interior da minha pele, em cada instante da minha pele de mármore, na cara, no pescoço, no peito. 

O meu corpo de carne ou de mármore: carne congelada, sangue congelado, escuridão congelada.



José Luís Peixoto
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!