O silêncio só aos surdos não inquieta.

Tenho nas mãos marcas de silêncios antigos.

Olho para o chão, e os meus pés, sobre o silêncio,

resvalam para os passos das crianças: as crianças,

quando preenchem o silêncio, conseguem matá-lo.

(...)




Manuel Cintra
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!