Nunca te esqueças que te amo com todas as forças que tenho, e que estou contigo sempre e em todos os momentos. 
É horrível ver a orquestra a tocar, para uma sala cheia de tipos fardados, afundados nas cadeiras numa melancolia sem remédio: sinto-me tão arrependido de não termos ido dançar mais vezes, e apetece-me tanto dançar contigo, sinto-me tão arrependido dos momentos em que discutimos, e apetece-me tanto pedir-te desculpa, de lágrimas nos olhos juro, e dizer-te que gosto sempre e tudo de ti.




António Lobo Antunes
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!