"Uma parte de mim 
é todo mundo:
outra parte é ninguém:
fundo sem fundo.
Uma parte de mim
é multidão:
outra parte estranheza
e solidão.
Uma parte de mim
pesa, pondera:
outra parte
delira."





Traduzir-se, Ferreira Gullar.
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!