O artista do meu corpo secreto, uivante, um tecido de fios de luz que só os teus dedos acendiam, e rios, rochas, relvados amaciados pela tua língua, uma asa à medida do teu vôo, uma casa em que tu moravas de todas as maneiras.



Inês Pedrosa
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!