Eu não sei, meu amor,
se o que digo é ternura,
se é riso, se é pranto
É por ti que adormeço e acordo
e acordado recordo no canto
Essa tarde em que tarde surgiste
dum triste e profundo recanto
Essa noite em que cedo nasceste
despida de mágoa e de espanto



Ary dos Santos
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!