sábado, 1 de fevereiro de 2014

joguei fora fotos de nós dois, reviver você não me faz bem


Melhor escapar deixando uma lembrança qualquer, lenço esquecido numa gaveta, camisa jogada na cadeira, uma fotografia — qualquer coisa que depois de muito tempo a gente possa olhar e sorrir, mesmo sem saber por quê. 
Melhor do que não sobrar nada, e que esse nada seja áspero como um tempo perdido.


— Caio Fernando de Abreu.
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