joguei fora fotos de nós dois, reviver você não me faz bem


Melhor escapar deixando uma lembrança qualquer, lenço esquecido numa gaveta, camisa jogada na cadeira, uma fotografia — qualquer coisa que depois de muito tempo a gente possa olhar e sorrir, mesmo sem saber por quê. 
Melhor do que não sobrar nada, e que esse nada seja áspero como um tempo perdido.


— Caio Fernando de Abreu.
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!