- Amo-te.
- Amo-te.
“Amo-te” é algo que só existe em par.
Um “amo-te” exige outro “amo-te”.
 Quando um “amo-te” vem sozinho: 
então não há “amo-te” nenhum.
Nenhum “amo-te” anda sozinho.
Quando dizes “amo-te” queres ouvir “amo-te”.
“Amo-te”, mesmo que seguido de um ponto final, é sempre uma interrogação.
E a resposta para a pergunta é sempre a mesma.
“Amo-te”.
Se “amo-te” não tem resposta: então não é amor


"In Sexus Veritas", de Pedro Chagas Freitas
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!