talvez as 'pedras' nasçam dos vazios... ou, pelos vazios, os corações tornam-se de pedras...


(...)
Se o teu ouvido se fechou à minha boca
poderei escrever ainda poemas de amor?
A arte de amar não me serve para nada.

Um fogo em luz transformado.
Subitamente, a sombra.
(...)



Casimiro de Brito
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!