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"A correnteza do rio
Vai levando aquela flor
O meu bem já está dormindo
Zombando do meu amor.
Na barranceira do rio
O ingá se debruçou
E a fruta que era madura
A correnteza levou..."


Djavan  
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!