Pressinto que hei-de ficar a construir uma fuga sem significado,
que cada ano será menos fuga e mais o vício menor de a dizer.
Não há salvação.
Na margem, ou à margem do nosso particular existir,
os que passam, e a quem não ligamos, fabricam o anonimato, o nosso.



Rui Nunes
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!