do meu amor perfeito, flor ausente, não lembro o rosto nem a voz:


do meu amor perfeito, flor ausente,

não lembro o rosto nem a voz:

lembro a fadiga sorridente

que havia, ao fim, em cada um de nós




David Mourão-Ferreira
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!