as tuas mãos...


as tuas mãos macias como vales
que prendem
me prendem
e desprendem...
que me fazem gemer e que me iludem
me rasgam curam e descuram
me vestem de amor e de ventura



Maria Teresa Horta
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!