tocas o vazio de muitos dias sem desejo...


ergues de novo as mãos cansadas
tocas o vazio de muitos dias sem desejo e o amargor húmido das noites e tanta ignorância
tanto ouro sonhado sobre a pele tanta treva
quase nada



Al Berto
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!