Tenho ainda um bocado de vida a cumprir, foi-me guardado pelo destino. 
Sobrou do que me roubaram, o destino guardou-mo como um bocado de pão. Recebo-o à porta da sua grandeza, vou comê-lo que estou com fome. 
Não te vou fazer cenas, ver-te só sem uma palavra. 
Talvez tu sorrias como é próprio de existires. 
E eu serei contente na minha candidez.



Virgílio Ferreira,
Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!