A tua boca no meu peito. 
Os beijos
Demorados. 
E todos os silêncios.
As ruas que eu abri no teu olhar
Começam nos meus dedos.
Vem,
Eu amo-te.



Joaquim Pessoa
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!