Desabaratinada...



Ali mesmo sob a proa do barco.
Gostava de despentear os cabelos,
porque era nessa dança que redescobria requintadas harmonias.
inaugurava seus paraísos secretos e convidava somente o que de dentro amanhecia.




Carlos D. de andrade.
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!