"...cheirou o suor de suas axilas, a gordura dos seus cabelos, o cheiro de peixe do seu sexo, cheirando tudo com o maior prazer. O suor dela odorava tão fresco quanto a brisa do mar, o sebo dos seus cabelos, tão doce quanto o óleo das amêndoas, o seu sexo como um buquê de lírios-d’água, a pele como flores de pessegueiro... e a conjunção de todos esses componentes resultava num perfume tão rico, tão equilibrado, tão fascinante (...). 
Era a pura beleza, beleza pura."




 Patrick Süskind
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!