Caos!



 E eu só tenho a mim, eu só tenho a mim, repetiu, voltando a cair sobre a cama. Não posso sentir medo, não devo sentir medo, não quero sentir medo.


Caio Fernando Abreu 
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!