Descalço venho dos confins da infância,

E a minha infância ainda não morreu...

Em face e atrás de mim ainda há distância.

Ó Menino Jesus da minha infância,

Tudo o que tenho (e nada tenho!) é Teu!


Pedro Homem de Mello
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!