Deliciosamente, doce!


É contra o mundo. 
Tudo! 
Nossas afinidades, nossos passeios distraídos, nossos telefonemas escondidos, nossos pequenos encontros em ruas desertas, nossas canções dedicadas, nossos beijos no escuro do cinema depois de comprarmos os ingressos e enfrentarmos a fila estrategicamente separados, paranoicos e suarentos de nervoso. 
Putz, o que a gente vai fazer agora?


Gabito Nunes
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!