sábado, 15 de dezembro de 2012


quando os instantes de amanhã se acumulam nas
paredes da casa, eu rasgo as páginas onde te escrevo,
porque sei que tudo será desnecessário, tudo será
frágil. quando imagino o sol que não sei se poderei ver,

esqueço as paredes e,

com tanta força,

quero que sejas feliz.




José Luís Peixoto
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