Era a última coisa que ia ficando de um passado cujo aniquilamento não se consumava, porque continuava se aniquilando indefinidamente, consumindo-se dentro de si mesmo, se acabando a cada minuto mas sem acabar de se acabar nunca.
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Gabriel García Marquez,
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!