Havia um tempo em que o relógio da parede simplesmente, meditava o tempo...


Havia um tempo de cadeiras na calçada. Era um tempo em que havia mais estrelas. Tempo em que as crianças brincavam sob a clarabóia da lua. E o cachorro da casa era um grande personagem. E também o relógio de parede! Ele não media o tempo simplesmente: ele meditava o tempo.


Mário Quintana
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!