escrevia silêncios, noites, anotava o inexprimível, fixava vertigens.

criei todas as festas, todos os triunfos, todos os dramas.

tentei inventar novas flores, novos astros, novas carnes, novos idiomas.



Arthur Rimbaud

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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!