Quanto a meu sábado 
que fora da janela se balançava em acácias e sombras 
eu preferia, a gastá-lo mal, fechá-la na mão dura, onde eu o amarfanhava como a um lenço. 




Clarice Lispector
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!