(...) Saudade bruta... (...) Aflição de não ser outro lugar, outro tempo. (...) Energia zero indo embora pelas teclas da máquina, livros para a Around. Nenhum remédio que dê alegria: a seco, amanhã continuo. A ausência também. Ou não? Pode ser."



Caio Fernando de Abreu
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!