numa noite de audácia incomparável
passo a tratar-te por tu, e abraço com as pontas dos dedos os nós das tuas mãos; no fresco calor condicionado
de um quarto onde a luz não dá para ler, recito
estrofes e mitos; beijo-te, não é? 
nada estava escrito,
nenhuma verdade comum aos planetas,
éramos só nós sem nenhum segredo,
vivos e completos, serenos, mortais



António Franco Alexandre
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!