Outro dia, numa entrevista, perguntaram-me o que eu penso a respeito do amor homossexual. A vida é tão breve, a felicidade tão rara, meu Deus, deixem as pessoas fazer o que quiserem com seus corpos! Só não gosto e não aceito vulgarização. O sexo é grave, nobre, belo, então a vulgarização me dói. Mas, afora o vulgar, a liberdade no amor deve ser absoluta. Com tanta violência, por que vamos perseguir justamente o amor? Já basta a miséria que nos tira quase tudo.




Lygia Fagundes Telles
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!