sábado, 14 de julho de 2012



"...um odor róseo expirava de seus lábios (...). Oh, amor, filha de delícias (...), murmurava para mim mesmo, e estive entre seus braços, e caímos juntos sobre o pavimento nu da cozinha e, não sei se por iniciativa minha ou por artes dela, me achei livre de meu hábito de noviço e não sentimos vergonha de nossos corpos"



Trecho de "O Nome da Rosa", de Umberto Eco,
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‘Cubra-nos com Teu Manto, oh Mãe’...  Quantas frases mal pronunciadas, sussurradas, cheias de uma pressa, de apelo e de fé elevei ...