"...um odor róseo expirava de seus lábios (...). Oh, amor, filha de delícias (...), murmurava para mim mesmo, e estive entre seus braços, e caímos juntos sobre o pavimento nu da cozinha e, não sei se por iniciativa minha ou por artes dela, me achei livre de meu hábito de noviço e não sentimos vergonha de nossos corpos"



Trecho de "O Nome da Rosa", de Umberto Eco,
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!