Envelheces tanto de cada vez que o dia termina


e olhas para trás. Tens medo do começo do fim,


das tardes de domingo; um dia, distraído, tens medo


do sexo, da amabilidade e da noite, e dos rostos


que foram belos e não são mais


quando o mundo contraria as pequenas coisas,


sentes esse cansaço, nada a fazer.


Francisco José Viegas
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!