sábado, 12 de maio de 2012

Tempo! Tempo! Tempo!


Agora há dias em que aceito que o tempo passe por mim e me leve para onde só ele sabe. Não entendo como nunca houve uma religião que adorasse o tempo. Será possível imaginar algo de mais elementar e poderoso? Que com ele não se possa falar não me parece um defeito. Há coisas que, de qualquer modo, não se pode falar.


Pedro Paixão,
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