Para além deles não há nada. 
Nem tempo, nem chão, nem altura.

Apenas e só duas bocas 
onde as línguas tocam no céu como rouxinóis felizes.

Sabem-se de cor. 
Os dedos já estudaram o corpo todo.



Vitor Encarnação
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!